De olhos bem abertos…

Em que ponto eu passei a prestar atenção em tudo? A amar de olhos abertos? Atenta a brisa, a um olhar caído, a agitação exacerbada de um, a mancha do olho do outro? À ansiedade, atrapalhação, hostilidade ou muita amorosidade de qualquer ser na minha casa, na minha vida? Não sei dizer o que aconteceu…

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A rapadura é doce, mas não é mole…

Não sou psicóloga nem neurologista, mas posso afirmar que existem áreas no cérebro que apagam as experiências de exaustão com os filhos, logo que elas passam. Algo como um aspirador de pó talvez, que suga os estilhaços das fazes mais difíceis, não deixando qualquer pista. Assim, a gente esquece. E se alguém contar o quanto…

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